sexta-feira, 23 de maio de 2014
Ismael e Chopin
Ismael é um coelho inteligente que valoriza a amizade e a sabedoria dos mais experientes,Chopin é o seu grande amigo que o encarrega de guardar para sempre o seu maior tesouro: a música.
O pai de Ismael, quando estavam sentados em frente à casa, disse-lhe: "Os homens são estranhos, Ismael.Nem sempre escolhem o que mais gostam, aquilo que os faz ser felizes."
Se tiverem oportunidade não deixem de ler...é fabuloso.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
As luzes de Leonor
Fonte Fnac
sábado, 7 de julho de 2012
Robert Musil

quarta-feira, 23 de maio de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012

Esta é uma obra comovente que relata a forma como o coração aparentemente gelado de um homem se derrete quando nasce a sua única filha. Jan e Clara Bela desenvolvem uma relação única, que se baseia na alegria de poderem partilhar a presença um do outro.
O presente romance, da autoria de Selma Lagerlöf, vencedora do prémio Nobel da literatura, é a história de um amor profundo que une pai e filha, e também a descrição da morte do mundo das tradições rurais, e da emergência do novo mundo, urbano e desapiedado, que o veio substituir.
Esta é a história de um pobre camponês da Suécia, que ficou tão perturbado com o facto de a filha ir para Estocolmo para ganhar o dinheiro necessário à amortização de uma dívida da família, que acabou por enlouquecer. O homem passou então a dirigir-se quase diariamente ao embarcadouro da terra para aí aguardar o regresso da filha. E um dia em que lhe fizeram algumas insinuações sobre a ausência da menina, Jan declarou: «Quando a Imperatriz Clara de Portugal chegar aqui ao embarcadouro, com uma coroa de oiro na cabeça… veremos se te atreves a dizer-lhe na cara o que hoje me disseste a mim.» E a partir de então, o homem tornou-se Johannes de Portugal!

Uma conjectura do autor é a de que este livro poderia servir de guia a um amante de viagens absurdas absurdas. E não deixa de ser absurda esta busca de um amigo que desapareceu, sombra que pertence a um passado também ele conjectural, numa Índia que se conhece quase só através de quartos de hotel, de hospitais, de estações de caminho caminho-de de-ferro ferro. Uma Índia que todavia transparece em conversas com profetas nómadas, Jesuítas portugueses, prostitutas de Bombaim, uma repórter que fotografa a miséria de Calcutá Calcutá. Mas este misterioso balletde sombras é sobretudo um hino às faculdades criativas da linguagem, pois é graças a uma palavra evocada em várias línguas que o viajante se aproxima daquele que procura. E é graças à escrita que esta viagem se transforma em livro, passa da insónia ao sonho e do sonho ao texto texto.


Tragédia e amor, humilhação e riqueza, clausura e o esplendor da corte de Portugal: a história da admirável mulher de D. João III.
Torquemada, 1507.
Joana I de Castela dá à luz a sua sexta e última filha enquanto acompanha o caixão do seu amado esposo até Granada. Catarina está destinada a fazer flamejar a divisa dos Habsburgo em Portugal, mas ninguém poderia pressentir a trágica vida que o destino lhe tinha reservado. Todo o seu existir foi agitado pelas contradições. Conheceu a pobreza mais extrema e a mais assombrosa riqueza; o feliz amor de um esposo apaixonado e o calvário das mortes dos seus nove filhos, mas nunca nada, nem ninguém, conseguiu vergar a sua fé inquebrantável, que a ajudou a superar as dores mais extremas com profunda e serena valentia.
Yolanda Scheuber, com o agradável estilo que a carateriza, traça aqui um magnífico relato, profundo e dilacerante, da mais nova das filhas da rainha, Joana I de Castela.
Leituras

Leituras

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Estou a ler

Uma história para todos aqueles que sentem paixão pelos livros e que não perderam a capacidade de amar. Um livro inesquecível!
Num estilo ora sarcástico ora enternecedor, Firmin é uma história sobre a condição humana em que a paixão pela literatura, a solidão e a amizade, a imaginação e a realidade, fazem parte de um mundo que acarinhava os seus cinemas de reprise, os seus personagens únicos e a glória amarelada das suas livrarias. Firmin é divertido e trágico. Como todos nós.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Últimas leituras
Jane Austen nasceu em Hampshire, em 1775. Já adulta, mudou-se com a família para Bath, cidade que surge muitas vezes como cenário da sua ficção literária. Regressaria mais tarde a Hampshire, onde passou os últimos anos da sua vida e onde veio a falecer em 1817."Amor e Amizade" marca o início da sua carreira aos 15 anos de idade. Mas é com "Orgulho e Preconceito" (1813) que se dá a transição para a fase da maturidade da sua escrita, em que surgem os seus últimos e, possivelmente, melhores romances.Entre estes encontra-se Parque Mansfield, a par de Persuasão e Ema. "Orgulho e Preconceito" é, sem dúvida, uma das obras em que melhor se pode descobrir a personalidade literária de Jane Austen. Com o fino poder de observação que lhe era peculiar, a autora dá-nos um retrato impressionante do que era o mundo da pequena burguesia inglesa do seu tempo: um mundo dominado pela mesquinhez do interesse, pelo orgulho e preconceitos de classe. Esses orgulho e preconceito que, no romance, acabam por ceder o passo a outras razões com bem mais fundas raízes no coração humano.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Cadernos secretos

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Será?...

Escritas há mais de quarenta anos, estas palavras mantêm-se actuais.
Numa época difícil para os professores – alunos problemáticos e pouco tempo para auto-formação –, este livro prático sobre a disciplina na sala de aulas está concebido para ser lido de um único fôlego. De pequenas dimensões, redigido num estilo simples e directo, pretende-se que os docentes o guardem na sua pasta e o releiam facilmente, sempre que sentirem que um aluno ou turma lhes foge.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Sul

Breve História de Portugal
O autor privilegiou os conceitos gerais e a interpretação, sem perda do rigor historiográfico que estamos habituados a encontrar em obras assinadas com o seu nome. A opção de escolher o 25 de Abril como limite do seu estudo prende-se ao facto de o autor considerar que não se encontram ainda reunidas condições para "fazer história" nas duas décadas que se lhe seguiram.
A.H. de Oliveira Marques é um dos mais eminentes historiadores portugueses e autor de uma já extensa bibliografia sobre um vasto leque de temas relacionados com a História de Portugal.

Obra Poética




